QEL Entrevista #1 Layla Casanova - Queria Estar Lendo

QEL Entrevista #1 Layla Casanova


Hora de estrear mais uma coluna aqui do Queria Estar Lendo; o QEL Entrevista vai aparecer no blog de vez em quando, com entrevistas dos nossos autores e autoras queridinhos. Pra inaugurar o post, convidamos a fofa da Layla Casanova pra falar um pouquinho sobre seus livros e projetos futuros. Vem conferir:

1) Vamos começar com uma apresentação básica aos leitores e leitoras do blog: em poucas palavras, quem é Layla Casanova?
Geminiana, fangirl, completa e irresistivelmente apaixonada por drama e séries médicas.

2) De onde surgiu a ideia que te levou a contar histórias? Qual foi o clique inicial que te fez parar e pensar ‘opa, quero falar sobre esses personagens!’?
Tudo começou quando me perguntei se eu conseguiria encarar o desafio do NaNoWriMo. Acabei escolhendo um plano de fundo médico porque é um tema que eu me sinto confortável depois de assistir a todas as séries médicas que eu pude colocar as minhas mãos. Tudo começou, realmente, como um desafio. E continuou a partir daí. Será que eu consigo escrever um romance em 30 dias? Será que eu teria leitura no Wattpad? Será que eu teria leitores na Amazon? E hoje estamos aqui.

3) Suas histórias são do gênero romance, mas carregam uma grande carga dramática também (Deus me salve daquele fim em A Segunda Chance de Zoe, quase fui parar na UTI!). Você sempre gostou de histórias dramáticas? Por que elas são sempre mais legais de acompanhar? (que atire a primeira pedra quem não ama um angst).
Angst e drama estão presentes nas minhas histórias desde que eu comecei a escrever fanfics. Pra ser bem sincera, meus livros são bem mais “felizes” do que qualquer história que eu escrevi antes. Mas o drama sempre me atraiu porque é em momentos de dificuldade que conseguimos enxergar as pessoas de verdade, minhas cenas preferidas dos meus livros preferidos são sempre cenas carregadas de drama ou angst, o momento em que eu mais me conecto com as personagens.



4) Zoe, Andy, Lucy, todas passam por jornadas importantes sobre autodescobrimento, aceitação e, principalmente, sobre se encontrar. O que apareceu primeiro para você: os caminhos que as protagonistas precisavam percorrer ou as personagens em si?
As personagens, sempre. Tanto que a história que inicialmente me aparece sempre é bem diferente daquela que eu finalizo. Mas acredito que o autodescobrimento é inerente a todas as grandes jornadas que vivemos, especialmente quando estamos em constante evolução como seres humanos. Especialmente quando as personagens são submetidas a momentos de muita tensão ou confrontadas com situações que as tiram da zona de conforto.

5) Aproveita e conta um pouquinho da sua rotina de escrita! Como você se organiza?
Eu não me organizo? Hahahaha Eu sempre tento escrever ao menos mil palavras por dia, mas tem dias que escrevo muito mais e dias que não escrevo nada, o tempo nem sempre permite. E todo dia tá surgindo uma premissa diferente, então eu tento organizar as histórias de forma que cada uma tenha uma espinha dorsal, mas é bem difícil manter a rotina quando escrever não pode ser nosso “trabalho de verdade”.

6) Agora é aquela pergunta difícil: de todos os livros que já escreveu (ou está escrevendo) qual foi o mais desafiador? E por quê?
O que eu estou escrevendo (ou tentando escrever) agora, o terceiro livro da série Mercy Bay. As protagonistas são personagens que eu gosto muito, mas já tentei 3 plots diferentes e nenhum deles parece certo ainda. As personagens são bem definidas e parece que se não for o plot exato, nada vai fechar com as expectativas. Além do mais, quando a gente escreve uma série está sempre tentando fazer o livro ser melhor, ou ao menos comparável, com o anterior, o que dificulta ainda mais, especialmente porque eu adoro As Cicatrizes de Andy. No fim, nada que eu faço parece acertar.

7) Qual o personagem mais fácil de escrever até agora? E o mais difícil?
Escrever a Zoe foi como comer bolo, honestamente. Tirando o momento em que quebrei a cabeça para fazer o meio da história funcionar, eu consegui escrever o livro muito fácil porque ela era uma personagem muito simples pra mim, era como se já estivesse aqui há anos. Achei tão fácil que caí na bobeira de transformar em série, achando que tudo ia ser tão fácil como ela. Hahahahah. Agora, o mais difícil foi o Wade. Escrever criança, pra mim, é sempre um desafio porque estamos tão longe dessa fase, e a forma como eles encaram e sentem o mundo é tão diferente. Assisti muita série com criança e passei muito com tempo com crianças para “pegar o jeito” com ele.

8) O que podemos esperar de Layla para o futuro?
Muitas coisas! Tenho várias ideias planejadas, e espero liberar pelo menos duas esse ano ainda. Tenho esperança de conseguir finalizar Mercy Bay 3 para o segundo semestre de 2018 e tenho planos de colocar um livro inédito no Wattpad, algo que foge bastante do gênero que já publiquei. Mas todas as novidades eu divulgo através do Instagram e da Fanpage.

Perguntas rapidinhas:

- O que você está lendo agora: agora tô tentando ler mais pelo kindle pra poupar o bolso, então comecei A Casa de Vidro, da Ana Luiza Medeiros.

- Autor(a) favorita do momento: tô apaixonada pela Jennifer Brown desde A Lista Negra. E também quero tudo da Maggie Stievater (dá até vontade de escrever fantasia)

- Série favorita do momento: The Resident é meu novo xodó, quero a segunda temporada pra onteeeem.

- Escolha uma protagonista sua pra matar e uma pra salvar: ai que absurdo, mas eu mataria a Andy porque ela me deu trabalho desnecessário, essa ridícula. E salvaria a Lucy porque é gente como a gente.


- É seu aniversário, pra qual dos seus personagens vai o primeiro pedaço do bolo: vai pro Wade, meu amorzinho.

Compre os livros:

A Segunda Chance de Zoe | As Cicatrizes de Andy | Nos Bastidores da Fama

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COMENTÁRIOS

8 comentários:

  1. ótima entrevista, é muito bom poder conhecer melhor os autores.
    Bjs
    https://eternamente-princesa.blogspot.com/

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  2. Bate aqui amiga que eu também sou geminiana o/
    Meu livro preferido é Nos bastidores da fama, me vi na Lucy e queria ser ela com esse crush pelo boy correspondido. Tomara que venham muito mais livros!
    Beijos
    http://www.suddenlythings.com/

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  3. Gente, amei essa entrevista!
    Eu me sinto bem íntima da Layla por motivos que eu sou mesmo uma pessoa entrosada nessa vida, mas eu amei essa entrevista e saber mais sobre ela, que virou uma das minhas autoras favoritas <3 <3 <3
    Beijos
    Balaio de Babados

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  4. Ahhhhh boatos dizem que a Layla é a Bianca e eu acredito hahahahaahah Brincadeiras à parte meninas, eu gosto bastante da escrita da Layla, li dois livros dela e amei os dois, ainda preciso ler os últimos lançados <3 E eu adoro The Resident!

    Bjs, Mi

    O que tem na nossa estante

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    Respostas
    1. Venho reforçar aqui que eu também acho que a Layla é a Bianca e um dia eu irei provar com ibagens!!!!!

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    2. mas gente, virei teoria da conspiração ahahahahahaha :P

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  5. Olá, meninas.
    Amei a entrevista. Como a Layla é uma autora que amo, não podia deixar de vir aqui saber mais sobre ela. O Wade foi o personagem mais dificil de escrever, mas acho que é o personagem que todo mundo mais ama hehe. Espero que venham muito mais livros pela frente.

    Prefácio

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  6. Obrigada pelo apoio, meninas! <3
    Adorei participar da coluna :)

    bjs

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