Autora: Victoria Aveyard
Editora: Seguinte
Número de Páginas: 552

PRIMEIRA FRASE DA PÁGINA 100:

"A indignação na sala é mais barulhenta agora e não pode ser silenciada tão fácil."

DO QUE SE TRATA O LIVRO?

É o terceiro volume da série Rainha Vermelha - aquela que começou mediana e se tornou um tiro de canhão nos feels. Depois do final devastador do segundo livro, nós retornamos para a história da Mare e da rebelião vermelha contra a opressão prateada, e a Victoria está fazendo isso muito bem. Equilibrando a narração entre a protagonista e os rebeldes, ela nos dá uma ampla visão dos conflitos tensos que estão por vir.

O QUE ESTÁ ACHANDO ATÉ AGORA?

Fabuloso! O segundo livro foi um dos meus favoritos do ano passado, e eu estava roendo as unhas pela chegada da sequência. O começo já foi um baque emocional, e eu amo como a Victoria se encontrou na narrativa e transformou vários clichês em surpreendentes plot twists originais.

O QUE ESTÁ ACHANDO DA PERSONAGEM PRINCIPAL?

Eu amo a Mare e vou protegê-la. Ela está sofrendo um bocado agora que foi feita prisioneira, forçada a virar as costas para tudo o que o grito de liberdade da Guarda Escarlate significava. Sentenciada à prisão do rei, Mare está entre a escuridão do medo e a vontade de fazer alguma coisa para escapar dali e se encontrar no mundo novamente. As interações dela e do Maven têm me arrancado muitas lágrimas.

MELHORES QUOTES (ATÉ A PÁGINA 100):

"Sou a garota elétrica. Sou a tempestade."

"Não estou sangrando desta vez, mas queria estar. Para mostrar a todos o que sou, o que sempre fui. Vermelha. Ferida. Mas viva."

"Somos fios desencapados e máquinas defeituosas, ainda aprendendo sobre nós mesmos e nossas habilidades."

"Vamos nos levantar, vermelhos como a aurora, claro, e Saiba só o que precisa saber. O primeiro é um grito de guerra, o segundo um aviso."

VAI CONTINUAR LENDO?

Com toda a certeza do mundo. Eu amo quase todos os personagens e quero que todos fiquem bem - principalmente a Mare e meu Maven - e espero muitas emoções pela frente!

ÚLTIMA FRASE DA PÁGINA 100:

"Essas não são palavras dela."
Fangirl: Contessina de Medici #MulheresdaLiteratura


O fangirl de hoje vem para falar de Contessina de Medici, uma das personagens de I Medici ou Medici: Masters of Florence, uma produção Itália/Reino Unido sobre a poderosa família Medici de Florença e sua influência no século XV.

Contessina é simplesmente a rainha da porra toda. Beijos.

Fangirl: Contessina de Medici #MulheresdaLiteratura
QUEM INVADIU A REUNIÃO DOZOME EM CIMA DE UM CAVALO? ELA MESMA, A RAINHA DO MUNDO.

Ela é a esposa de Cosimo, o filho mais velho de Giovanne de Medici e o herdeiro do Banco Medici. Os Medici são uma família rica, porém não são nobres, o que dificulta as ambições de Giovanne, uma vez que são vistos como inferiores pelos nobres da cidade. Por tanto, ele acaba arranjando um casamento para o filho com a nobre filha de uma família falida.

O problema é que Cosimo estava apaixonado por outra, o que acaba tornando o relacionamento deles conturbado.

Contessina aceita sua condição como mulher na época. Aceita que é a única capaz de salvar a família da falência completa e aceita que não pode esperar muito mais da vida do que um casamento por interesse.

Porém, em momento algum ela se resigna ao segundo plano. Como esposa de Cosimo e mãe de seu herdeiro, ela toma as rédeas da casa, dedicando-se a família e ao nome Medici.

http://meesterleighton.tumblr.com/post/154602985871/what-is-it-they-say


Compreensiva, amiga e um ombro no qual Cosimo pode se apoiar, ela começa a série como uma personagem que passa a ideia de que estará sempre ali. Alguém em quem o protagonista, seu marido, pode contar, mesmo quando não a trata como deveria.

Leal, destemina, nobre, apaixonada.... Contessima é uma personagem que vai muito além de um estereótipo ou arquétipo tradicional. Ela é mãe, esposa, matriarca da família. É mulher, dona de si, que compreende muito bem os jogos que acontecem a sua volta e sabe jogar tão bem quanto qualquer homem. O papel dela vai muito além daquele que gostariam que ela fizesse.

http://romelzacarnes.tumblr.com/post/154348432613


Sem contar que, ao invés de ver inimigas em outras mulheres, ela vê aliadas. O laço entre ela e a nora é lindo e vou protegelas para O RESTO DA MINHA VIDA.

http://borgiapope.tumblr.com/post/155394979164/get-to-know-me-meme-120-relationships


A cada novo episódio tudo que eu queria era poder chorar e abraçar ela.

Em muitos nuances me lembrou a Catelyn, de As Crônicas de Gelo e Foto (não da série) e também um pouco da Clair, de Outlander.

E para sempre vai ser A DONA DA PORRA TODA!

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Os Bons Segredos foi meu primeiro livro da Sara Dessen. Conhecia pouco da autora, sabia apenas que ela existia porque uma amiga muito querida leu um livro dela e adorou. Sendo assim, quando tive a oportunidade de ler uma de suas obras não pensei duas vezes e me joguei.

Sinopse: Há segredos muito bons para serem guardados — e livros muito bons para serem esquecidos. Sydney sempre viveu à sombra do irmão mais velho, o queridinho da família. Até que ele causa um acidente por dirigir bêbado, deixando um garoto paraplégico, e vai parar na prisão. Sem a referência do irmão, a garota muda de escola e passa a questionar seu papel dentro da família e no mundo. Então ela conhece os Chatham. Inserida no círculo caótico e acolhedor dessa família, Sydney pela primeira vez encontra pessoas que finalmente parecem enxergá-la de verdade. Com uma série de personagens inesquecíveis e descrições gastronômicas de dar água na boca, Os bons segredos conta a história de uma garota que tenta encontrar seu lugar no mundo e acaba descobrindo a amizade, o amor e uma nova família no caminho. 
De acordo com a própria orelha do livro Os Bons Segredos, Sara Dessen é um dos maiores destaques da literatura jovem adulta contemporânea e autora de 12 livros que juntos venderam mais de 7 milhões de exemplares. Óbvio que com um currículo desses fiquei com as expectativas nas alturas para encarar esse livro, algo que geralmente mais me atrapalha do que ajuda a gostar de uma obra.

Os Bons Segredos começa como todo bom YA: Sydney é uma adolescente que está passando por um grande drama familiar. Seu irmão mais velho, Peyton, o menino dos olhos da mãe, se envolveu em um acidente de trânsito ao dirigir alcoolizado o que culminou no atropelamento de um garoto, deixando-o paraplégico. Peyton é considerado culpado - contra fatos não há argumentos - e é preso, mas isso não é suficiente para que seus pais aceitem sua responsabilidade no ocorrido. A mãe de Sydney parece encarar o tempo de Peyton na prisão como um interlúdio, jamais admitindo a culpa do filho no acidente e fazendo de tudo para continuar a vida da mesma maneira de antes.  

Sydney, por outro lado, parece ser a única da família a sentir a culpa pelo acidente do irmão e por isso não consegue se conectar com os pais. Durante toda sua vida, Sydney ficou na sombra do irmão, sendo ofuscada por sua personalidade vibrante e extrovertida, o que não muda quando Peyton vai preso. Todos os esforços de seus pais continuam sendo direcionados para o irmão, mesmo que Sydney sempre tenha sido a filha "modelo" e que não se mete em encrencas. Nesse cenário solitário, Sydney, após o final de um dia de colégio, decide entrar em uma pizzaria que até então desconhecia e lá esbarra na família Chatham, dona do lugar.

A cada instante, havia infinitas chances de caminhos se cruzarem e vidas se chocarem, se unirem ou algo do tipo. Era incrível que fôssemos capazes de viver sabendo que tudo podia ocorrer por puro acaso. Mas qual era a alternativa?
Primeiro entra Mac, o garoto que a anota seu pedido. Depois, Layla, a esfuziante filha do meio dos Chatham. Layla é tudo o que Sydney não é: extrovertida, divertida e aparentemente bem resolvida com a vida. Sem muitos rodeios, Layla diz aquilo que tem pra dizer, doa a quem doer. A amizade entre as duas floresce de maneira inesperada, e estar imersa na família Chatham era o que Sydney precisava para se encontrar. Essa família, até então desconhecida, acaba se transformando no porto seguro de Sydney, com suas pizzas, reuniões barulhentas e a casa sempre cheia de gente. De seu mundo sempre vazio, frio e solitário, Sydney aprende aos poucos a deixar suas barreiras caírem, a deixar Layla e Mac se aproximarem.

Sentia que minha própria vida era entediante e triste na maior parte do tempo, então de certa forma era reconfortante mergulhar na vida de outra pessoa.
Embora o livro não tenha nenhum grande mistério ou reviravolta na trama, é uma leitura agradável. Sara Dessen sabe conduzir a narrativa de maneira a sempre te fazer virar mais uma página - mesmo quando você está morrendo de sono - só para poder acompanhar aqueles personagens um pouquinho mais. Sydney, enquanto protagonista, não é muito interessante ou diferente, mas os personagens que a rodeiam fazem a trama girar. Toda a família Chatham, com sua pizzaria e confusões, coloca um pouco de cor não somente na vida de Sydney mas como em Os Bons Segredos como um todo. Por ser uma personagem bastante introspectiva, Sydney vive muito dentro de sua cabeça - o que pode ser um pouco chato de acompanhar (e digo isso como uma pessoa introspectiva, notem) - e vê-la se conectar com os Chatham e sair de seu casulo realmente vale a pena.

Apesar do desenrolar fraco da história, Sara Dessen consegue tratar de temas como superação e amadurecimento, coisas tão próprias da adolescência, com delicadeza. Essa fase da vida, tão cheia de altos e baixos, é um dos momentos mais difíceis da nossa existência, principalmente com todas as mudanças pelas quais passamos, a sensação de não pertencimento e inadequação que por vezes nos persegue. É isso o Sydney sente na maior parte do tempo, principalmente devido a toda a questão de seu irmão e o fato de que seus pais não parecem conseguir encarar a situação da prisão com a seriedade necessária.

O mais surpreendente não era o choro em si, mas o fato de eu ter chorado na frente de outras pessoas. Na verdade, só desabamos diante de quem sabemos que podem nos reconstruir.
Mesmo que eu tenha lido Os Bons Segredos em questão de dois dias, a história, de maneira geral, deixou a desejar. Enquanto Mac, Layla e os Chatham são personagens interessantes - ainda que pouco desenvolvidos - e faça o interesse na trama aumentar, o mesmo não pode ser dito sobre Sydney. Salvo toda a situação com o irmão e os pais, e sua evidente introspecção, a protagonista me deixou irritada por inúmeros momentos, principalmente por se manter calada em situações que exigiam ação. Claro que não posso obrigar uma pessoa a agir da maneira como eu agiria em certas ocasiões, mas sua passividade e letargia exageradas me deixavam angustiada. 

Não posso negar: Sara Dessen escreve muito bem e trata de temas difíceis com delicadeza, mas toda a trama de Os Bons Segredos poderia ter sido melhor trabalhada e desenvolvida. A sensação que fica, ao virar as últimas páginas, é que faltou alguma coisa que tornasse o livro memorável. Os Bons Segredos é ok para passar o tempo, esvaziar a mente. Dá pra suspirar um pouquinho com o romance juvenil que surge, e até rir com as loucuras de Layla ou da banda de Mac, porém, no geral, poderia ter sido mais.

Título original: Saint Anything
Autora: Sarah Dessen
Editora: Seguinte
Gênero: Juvenil
Nota: 4 

Saiba mais: Skoob | Saraiva | Submarino

Eu tenho tantos amores literários para citar nessa lista que vai ser praticamente impossível decidir só 6 nomes, mas farei o máximo de esforço possível para isso! 

Quero falar sobre protagonistas e coadjuvantes que demonstraram força em sua fragilidade, coragem em meio ao seu medo, compaixão e esperança em momentos de horror. Porque é isso que faz a força de uma personagem.



Laia - Uma Chama entre as Cinzas

Uma escrava e então uma rebelde. Uma garota assustada e então uma mulher perigosa. O tipo de nome que pode erguer a sombra de uma ameaça sobre todo um império, é essa a personagem que protagoniza Uma Chama entre as Cinzas.

Laia tem muito de fragilidade e medo em quase toda a história, e é importante como a narrativa destaca esses detalhes da sua personalidade como parte do que constrói a sua força. Laia ainda é uma garota sozinha em um mundo cruel. Ela não nasceu para ser uma heroína, para guiar uma revolução, nem sequer sabe se quer fazer parte dela, e esses dilemas, somados aos seus temores, constroem uma frieza com o passar do tempo. Um traço de egoísmo bem sutil que pode bater de frente com sua vontade de fazer o certo.



Cress - As Crônicas Lunares

A personagem só aparece em vias de fato no terceiro livro, mas sua presença e carisma são marcantes, e a importância dela para a trama também. Cress é uma vítima de cárcere privado; ela cresceu presa em um satélite, o que significa que todo o contato que teve com humanos foi o com a sua carcereira. Uma vez liberta, ainda que ansiosa para conhecer o mundo e suas cores, Cress é bastante consciente de que nem tudo é o que ela sonhava ser.

Uma garota que tem muito de fragilidade e medo, principalmente em relação à própria capacidade. O desenvolvimento do seu destemor e as atitudes que ela toma para salvar aqueles que se tornam seus grandes amigos é apaixonante; Cress tem muita inteligência e muita força e aprende a usar isso conforme confronta as próprias limitações.



Violetta - Jovens de Elite

Eu falo muito da Adelina, que é a protagonista da trilogia, mas vale muito citar todas as outras personagens criadas pela Marie Lu. Violetta em especial.

Ela foi criada sob a sombra da normalidade, sem se preocupar com o preconceito e os temores que os jovens de elite experienciam por suas peculiaridades. Violetta é um deles, mas não tem as marcas, então está livre do julgamento. A jornada dela junto à irmã é muito de se esconder sob a sombra da ameaça que é Adelina, com medo da própria voz. Com o tempo, Violetta percebe o que sua irmã vem se tornando, e também percebe que é a única capaz de impedi-la de se perder na crueldade do próprio poder. Violetta tem muito de egoísmo, sim, mas ela também é amorosa e preocupada, ansiosa para compensar todos os anos de sofrimento que Adelina sofreu no passado, especialmente por nunca ter sido capaz de fazer nada.

Violetta vale muito como um dos exemplos de força feminina em Jovens de Elite exatamente por ter nuances; ela é frágil, quebrável, mas também é destemida e ansiosa para fazer a coisa certa por aqueles que ela ama.



Manon - Trono de Vidro

Manon é uma das coadjuvantes mais bem escritas e bem desenvolvidas que a Sarah já teve a alegria de escrever, e eu de ler.

Uma Bruxa de Ferro, ela é uma das mulheres mais temidas em todo o continente. Manon representa a escuridão em seus primórdios, uma força obscura que se perdeu há muito tempo e está prestes a se reerguer. Mesmo que submissa aos caprichos de um homem, Manon não se curva diante dele e de ninguém. A hierarquia dentro de seu clã dita obediência férrea, mas ela questiona. Ela desafia. Ela é uma força da natureza, furiosa e perigosa e extremamente bem desenvolvida.

O modo como a Sarah trabalhou a narrativa da Manon, tirando sua humanidade, mas ao mesmo tempo descarregando emoção sobre a personagem, isso é poderoso. Manon é uma ameaça, mas também uma possível aliada. Ela é morte e sofrimento e sombras, mas também esperança.



Blue Sargent - Os Garotos Corvos

Minha menina Sargent, moradora da Rua Fox, 300. Nasceu e cresceu rodeada de mulheres das mais variadas personalidades e poderes - porque, sim, todas as médiuns da casa na Rua Fox, 300, têm poderes. Descobriu suas habilidades na mesma época em que descobriu que o amor da sua vida morreria por um beijo seu. Descobriu amizades em meio a um grupo esquisito de garotos corvos - aqueles com os quais ela jamais deveria conversar.

Blue é uma personagem bem simples e real, e por isso tão incrível de se ler. Ela tem sonhos e tem ambições assim como tem medos e receios. Ela quer conhecer o mundo, quer deixar a casa e o rotineiro para trás, mas se encontra em Henrietta e tem medo do que o mundo lá fora possa significar. Ela tem os garotos corvos e não quer perdê-los. Tem sua mãe e suas primas e não quer ficar sem elas. Tem a si mesma e quer entender quem é.

Eu amo toda e qualquer nuance da Blue e por isso escolhi trazê-la para cá; porque ela é surpreendente por ser tão identificável.



Zuzana - Feita de Fumaça e Osso

Eu sei que eu poderia ter citado a Karou ou a Liraz, mas ambas já são bastante comentadas por parte do fandom por possuírem tanto destaque na história. Quero falar sobre Zuze; Zuzana, uma bailarina delicada e amorosa, que descobre que sua melhor amiga faz parte de um mundo de deuses e monstros. Uma humana comum que poderia fugir e se esconder, mas que prefere adentrar essa dimensão paralela na companhia da amiga, protegendo-a com o máximo de esforço que possui - que, em um lugar onde espadas e criaturas místicas habitam, é considerado bem pouco.

Zuzana, corajosa e destemida, uma pivete com voz e presença, que confronta quimeras como se discutisse com sua professora de matemática. Dona de um amor incondicional pelo namorado e pela Karou, principalmente, Zuza é o tipo de personagem disposta a qualquer coisa para manter aqueles que ela ama protegidos; se for necessário enfrentar serafins e quimeras para tal fim, ela o fará.

Quer coisa mais maravilhosa do que receber as novidades dos catálogos daquelas editoras que a gente ama? O Grupo Companhia das Letras está cheio de lançamentos arrasadores, e a trouxemos alguns deles aqui só pra vocês babarem junto com a gente.

Aproveitando o Mês das Mulheres da Literatura aqui do blog, todos os títulos foram escritos por autoras incríveis e merecem muito espaço na sua estante.


A Traidora do Trono (A Rebelde do Deserto, vol. 2) - Alwyn Hamilton
Sinopse: Depois de A rebelde do deserto, a melhor atiradora de Miraji está de volta numa continuação repleta de reviravoltas
Amani Al'Hiza mal acreditou quando finalmente conseguiu fugir de sua cidade natal nos confins do deserto, montada num cavalo de areia com Jin, um forasteiro misterioso. Em pouco tempo, porém, sua maior preocupação deixou de ser sua própria liberdade: a garota descobriu ter muito mais poder do que imaginava e acabou se juntando à rebelião, que luta para livrar o país inteiro do domínio de um sultão sanguinário.
Em meio às perigosas batalhas, Amani é traída quando menos espera e acaba se tornando prisioneira no palácio. Enquanto pensa em um jeito de escapar, ela tenta se aproximar do sultão para descobrir informações úteis para a causa rebelde. Contudo, quanto mais tempo passa ali, mais ela questiona se o governante é de fato o vilão que todos acreditam, e quem são os verdadeiros traidores do país.


A Prisão do Rei (Rainha Vermelha, vol. 3) - Victoria Aveyard
Sinopse: No terceiro volume da série que já vendeu mais de 250 mil exemplares no Brasil, tudo vai queimar
Mare Barrow foi capturada e passa os dias presa no palácio, impotente sem seu poder, atormentada por seus erros. Ela está à mercê do garoto por quem um dia se apaixonou, um jovem dissimulado que a enganou e traiu. Agora rei, Maven continua com os planos de sua mãe, fazendo de tudo para manter o controle de Norta — e de sua prisioneira.
Enquanto Mare tenta aguentar o peso sufocante das Pedras Silenciosas, o resto da Guarda Escarlate se organiza, treinando e expandindo. Com a rebelião cada vez mais forte, eles param de agir sob as sombras e se preparam para a guerra. Entre eles está Cal, um prateado em meio aos vermelhos. Incapaz de decidir a que lado dedicar sua lealdade, o príncipe exilado só tem uma certeza: ele não vai descansar enquanto não trouxer Mare de volta.
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Resenha: Espada de Vidro


A Rainha de Tearling - Erika Johansen
Sinopse: “Pode chamar este livro de Jogos vorazes dos tronos. A história de Erika Johansen é uma mistura de fantasia medieval e distopia... Uma aventura divertida e viciante.” – USA Today
Quando a rainha Elyssa morre, a princesa Kelsea é levada para um esconderijo, onde é criada em uma cabana isolada, longe das confusões políticas e da história infeliz de Tearling, o reino que está destinada a governar.
Dezenove anos depois, os membros remanescentes da Guarda da Rainha aparecem para levar a princesa de volta ao trono – mas o que Kelsea descobre ao chegar é que a fortaleza real está cercada de inimigos e nobres corruptos que adorariam vê-la morta.
Mesmo sendo a rainha de direito e estando de posse da safira Tear – uma joia de imenso poder –, Kelsea nunca se sentiu mais insegura e despreparada para governar. Em seu desespero para conseguir justiça para um povo oprimido há décadas, ela desperta a fúria da Rainha Vermelha, uma poderosa feiticeira que comanda o reino vizinho, Mortmesne.
Mas Kelsea é determinada e se torna cada dia mais experiente em navegar as políticas perigosas da corte. Sua jornada para salvar o reino e se tornar a rainha que deseja ser está apenas começando. Muitos mistérios, intrigas e batalhas virão antes que seu governo se torne uma lenda... ou uma tragédia.
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A Ameaça Sombria (Echo, vol. 2) - Melissa Grey
Sinopse: O mundo de Echo mudou por completo quando a garota menos esperava. Até pouco tempo, ela era apenas uma espectadora da guerra milenar entre os Avicen e os Drakharin, dois povos mágicos que habitam a Terra em segredo. Agora, depois de encontrar e libertar o pássaro de fogo - uma figura mítica importante para os dois grupos - e de descobrir o poder que carrega dentro de si, Echo precisa entender qual papel deve desempenhar para colocar um fim definitivo nesse conflito.
Para complicar, a libertação do pássaro de fogo deu nova vida a um ser antagônico a ele, o kuçedra. Feito de trevas e sombras, o kuçedra espalha medo e morte por onde quer que passe - principalmente se controlado pelas pessoas erradas. Enquanto tenta encontrar uma solução para esse novo obstáculo, Echo vai perceber que a linha que separa a luz das trevas é bem mais tênue do que esperava...


Para educar crianças feministas - Chimamanda Ngozi Adichie
Sinopse: Um texto comovente e propositivo de uma das maiores escritoras contemporâneas sobre como combater o preconceito pela educação
Após o enorme sucesso de Sejamos todos feministas, Chimamanda Ngozi Adichie retoma o tema da igualdade de gêneros neste manifesto com quinze sugestões de como criar filhos dentro de uma perspectiva feminista.
Escrito no formato de uma carta da autora a uma amiga que acaba de se tornar mãe de uma menina, Para educar crianças feministas traz conselhos simples e precisos de como oferecer uma formação igualitária a todas as crianças, o que se inicia pela justa distribuição de tarefas entre pais e mães. E é por isso que este breve manifesto pode ser lido igualmente por homens e mulheres, pais de meninas e meninos.
Partindo de sua experiência pessoal para mostrar o longo caminho que ainda temos a percorrer, Adichie oferece uma leitura essencial para quem deseja preparar seus filhos para o mundo contemporâneo e contribuir para uma sociedade mais justa.
O Jogo (Amores Improváveis, vol. 3) - Elle Kennedy
Sinopse: O terceiro livro da série Amores Improváveis chega para aqueles que já se apaixonaram por O acordo e O erro.
Talentoso, inteligente e festeiro, Dean Di Laurentis sempre consegue o que quer. Sexo, notas altas, sexo, reconhecimento, sexo… É sem dúvida um galanteador de primeira, e ainda está para encontrar uma mulher imune ao seu charme descontraído e seu jeito alegre de encarar a vida. Isto é, até ele se envolver com Allie Hayes. Em uma única noite, essa jovem atriz cheia de personalidade virou o mundo de Dean de cabeça para baixo. E agora ela quer que eles sejam apenas amigos? Dean adora um desafio, e não vai medir esforços para convencer essa mulher tão linda quanto teimosa de que uma vez não é suficiente. Mas o que começa como um simples jogo de sedução logo se torna a experiência mais incrível e surpreendente de sua vida. Afinal, quem disse que sexo, amizade e amor não podem andar de mãos dadas?
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Agora as coisas estão mais tensas do que as meninas poderiam ter esperado. Após a tragédia que ocorrera na noite de Ano Novo, Lillia e Kat sentem-se terríveis e tristes, além de preocupadas com o estranho desaparecimento de Mary, que nunca mais deu notícias ou apareceu. Com isso, passaram a tentar aceitar que sua amiga conseguiu sua vingança e partiu da ilha, mesmo sem despedir.

Mas Mary continua na Ilha Jar, embora ninguém mais saiba disso. Com a descoberta do incompreensível segredo que guarda, ela está confusa e até perdida, mas em aceitação, pois muitas respostas lhe foram dadas.



Muitas coisas acontecem, reviravoltas loucas, perigos, sentimentos gritantes. Me senti angustiada, alegre e ri bastante, inúmeros sentimentos tomaram conta de mim nessa leitura. Vemos Lillia e Kat contornarem obstáculos altíssimos e irem em busca da resolução de problemas como nunca antes.

Finalmente o barco se levanta o bastante. Abaixo a mão rapidamente, e ele é lançado ao ar, como se a água fosse uma tira de elástico que eu acabasse de soltar. O barco atinge uma das rochas e se estilhaça, reduzido a pedaços de madeira. 
Os estivadores vêm correndo. Não conseguem acreditar nos próprios olhos. Sei que um deles vai acabar identificando de quem era o barco e vai chamar Kat e lhe contar que ele foi destruído. Sinto muito, Kat. Mas você sabia onde estava se metendo.Na verdade, não sinto nada. Nem um pouquinho.Elas merecem ser punidas. Agora, Reeve – ele merece muito mais. Merece morrer.

Só posso dizer que quando finalizei o livro, lá pelas tantas da madrugada, depois de horas sem conseguir parar de ler, literalmente, fiquei paralisada, entorpecida, quase vazia, ele me deixou arrasada. Principalmente o final, me deixou impossivelmente e terrivelmente arrasada. Eu não sabia o que pensar, fui atingida com tanta força pela conclusão da história, com tanta força que fiquei sem sentir. Dentro de mim havia alguma coisa, não sabia se era um buraco enorme e fundo que se abrira com isso, ou se era a tristeza tentando cravar suas garras em mim, o que não deixei, pois se deixasse, eu choraria e choraria por dias. Ou gritaria. Gritar seria mais adequado depois de ter sido completamente arrasada.

O que posso dizer, Kat? Você foi bem persuasiva.  Então, vai me ajudar a escolher as canções que devo mandar para eles? Quais são boas, e quais são uma droga? Quero sua opinião honesta. É uma oferta tentadora. Sempre quis ouvir a música de Alex. Quer dizer, conheço aquelas poucas canções ou poemas, ou o que quer que seja que estava naquele caderno que roubamos do carro dele em setembro, mas aposto que tem muito mais. Eu poderia dizer que sim, imediatamente, mas quero que ele me diga algo mais. Não sou tão imune assim a um elogio ou dois.

Não digo isso para desencorajar pessoas a lerem, pois a trilogia me foi incrível durante todo o tempo em que pude mergulhar nela, fui encantada pelos personagens e pelo clima da história, praticamente me senti dentro dos livros e se alguém me perguntasse, sabendo como me sentiria futuramente ao finalizá-los, se eu recusaria ler ou leria do mesmo modo, não sei o que diria. Essa trilogia de algum modo faz parte de mim agora, mesmo que uma parte pequena se comparada a outros livros que estão em meu coração. Ainda assim, creio que não me negaria a lê-los, pois essa leitura importou muito para mim e prendeu da primeira página até a última.

- Algum deles tem alergia a amendoim ou alguma restrição alimentar? 
- Está de brincadeira? Aqueles caras não têm alergia a amendoim, não. Eles são animais. Cresceram comendo sujeira e sangue e bichos mortos na estrada. Se algum deles tivesse alergia a amendoim, os outros irmãos dariam uma surra nele. 
Olho horrorizada para meu celular. Sujeira e sangue e bichos mortos na estrada? 
- Você está me assustando – murmuro.

Não planejava fazer uma resenha tão emocional, mas esse é o único modo de me expressar e de relatar algo sobre Fogo Contra Fogo. Foi tudo corrido, intenso e desesperador, arrasador. A evolução dos personagens está ali, suas mudanças desde o primeiro volume. A escrita viciante das autoras também, com toda sua essência e narrativa bem fluída, tornando esses livros muito bem escritos.

Desse modo, posso confirmar que vale muito, muito a pena lê-los. Por mais que eu me sinta desesperada, acredito que todo bom leitor gosta de uma história que o deixe sem reação e o faça sentir mil e uma coisas, que o faça espernear e não conseguir parar com a leitura. E se está procurando por boas amigas e companheiras, Kat, Lillia e Mary podem fazer as honras.

Título original: Ashes to Ashes
Autora: Jenny Han e Siobhan Vivian
Editora: Novo Conceito
Gênero: Juvenil
Nota: 4

Saiba mais: Skoob | Submarino

Autora: Mindy McGinnis
Editora: Plataforma21
Número de Páginas: 387

PRIMEIRA FRASE DA PÁGINA 100:

"- Vou protegê-la do perigo."

DO QUE SE TRATA O LIVRO?

Ambientado em Boston no ano de 1890, a história acompanha Grace, trancafiada em um manicômio não por insanidade, mas por segredos tenebrosos envolvendo sua família. Quando a chance de escapar aparece, Grace aceita uma loucura discreta para trabalhar ao lado de um médico nas investigações de horrendos assassinatos que vêm acontecendo na cidade de Boston.

O QUE ESTÁ ACHANDO ATÉ AGORA?

Incrível! A narrativa é arrepiante e te passa a sensação sombria daquela época. Eu me lembrei muito de Do Inferno enquanto lia, com a caçada a um assassino aterrorizante - oi, Jack, o Estripador - um especialista frio e uma garota atormentada.

O QUE ESTÁ ACHANDO DA PERSONAGEM PRINCIPAL?

Gostei muito da Grace. Ela tem uma presença macabra, marcada pelas coisas horríveis que aconteceram com ela antes de ser trancafiada no manicômio. Um baque emocional acaba guiando-a às profundezas dos seus maiores medos e, mesmo longe do asilo, ela não é mais a garota radiante que foi um dia.

MELHORES QUOTES (ATÉ A PÁGINA 100):

"Grace aprendera havia muito tempo que os verdadeiros terrores deste mundo eram as outras pessoas."

"- Não vejo espaço algum para gentilezas neste lugar."

"- Criança querida, você ao menos conhece o tamanho da fúria dentro de você?"

"- Você escolheu parar de aceitar um mundo que a tratou de maneira abominável."

"- Eles empurram sua discreta loucura em nós, seu poder e sua dor, e nós nos apegamos às nossas verdades aqui na escuridão."

VAI CONTINUAR LENDO?

Com certeza! Quero muito ver mais da dinâmica entre a Grace e o doutor Thornhollow - se eu já estou shippando eles? Sem or, sim - e também quero saber mais sobre os demônios da Grace e o que atormenta tanto ela.

ÚLTIMA FRASE DA PÁGINA 100:

"O cheiro do ar limpo misturava-se ao perfume de rosas à medida que ela deixava a cidade para trás."

Segundo volume da trilogia O Clã das Freiras Assassinas, Divina Vingança traz muito girl power, jogos de política e guerra e uma protagonista poderosa e extremamente apaixonante, motivo pelo qual guardei a resenha para o Mês das Mulheres. Mais uma vez Robin LaFevers entrega não só um livro, mas uma obra prima.

Sinopse: Sybella nunca soube ao certo o que era amor. Não sem segunda intenções. Desde sua infância, ela teve de confiar em si mesma para conseguir sobreviver. Ao chegar no convento de Saint Mortain, Sybella recebe o refúgio de que tanto precisava, porém isso terá o seu preço. As irmãs, que servem ao deus da Morte, percebem que a garota tem atributos e que ela pode se tornar uma arma poderosa. Ela vive durante três anos no convento e é treinada para enfrentar quem quer seja. Sybella já não é mais uma garotinha inocente, e sabe disso. Agora é uma mulher madura e totalmente preparada, uma assassina experiente, que mata a quem merece e o faz por gosto e sem piedade. Nunca se arrepende de suas decisões. Pelo contrário, ela sabe onde se encontram seus pontos fortes e como usá-los para cumprir sua missão. Porém, ela é enviada de volta para o lugar onde passou sua infância, para espionar seu pai, o cruel D'Albret. Ela começa a se lembrar de coisas horríveis que aconteceram enquanto estava sob o domínio dele e decide compartilhar com Fera, quem, fora do convento, torna-se seu companheiro. Juntos eles redescobrem a confiança e o amor. Assim, Sybella caminha por uma teia complexa de vingança e ódio, em busca de seus traidores, que levam a marca do deus da Morte. Ambientado da França medieval, Divina Vingança é o segundo livro de O clã das freiras assassinas, uma trilogia de mulheres fortes em busca de seu próprio destino.

Sybella é uma das filhas de Mortain, portanto, uma assassina. Infiltrada na corte de seu pai, o cruel lorde D'Albret. Sua missão ali é espioná-lo e, possivelmente, matá-lo, eliminando a ameaça eminente sobre o recente reinado da duquesa. Em meio a intrigas e a um passado perturbador, Sybella vê sua chance de matar o homem que arruinou a sua vida ir por água abaixo quando um dos homens de maior confiança da duquesa é aprisionado na corte. Entre o dever e o desejo, a habilidosa assassina encontra decide arriscar e tomar suas próprias decisões, lutando para impedir que uma nova guerra se inicie.

Se tivessem me ensinado a ver inocentes morrer tão bem quanto me ensinaram a matar, eu estaria muito mais preparada para o pesadelo no qual fui jogada.

Essa trilogia é uma ficção histórica arrebatadora. Rica em detalhes, a história se embrenha em meio a fatos verídicos, construindo uma mitologia sombria por traz dos Deuses que regem a civilização. Debaixo da guerra política, existem intrigas e traições e peças de tabuleiro facilmente descartáveis. É na cova do leão que Sybella começa sua jornada, e é lá que ela deverá terminá-la.


O mais incrível dessa saga é como a Robin LaFevers te apresenta uma trama que poderia facilmente ser real, tamanha verossimilhança em suas descrições, os modos da sociedade, a riqueza de detalhes nos castelos e vilas e campos de batalha. Esse não é um livro sobre uma guerra, mas sobre os preparativos para uma. A eminência desses ataques constrói a tensão, e a figura amedrontadora de D'Albret, apresentado logo no início da história, já te entrega o horror que se arrastará pelas terras da duquesa se os planos do homem se concretizarem. Sybella foi designada para espioná-lo, para procurar uma marca da Morte nele e assim acabar com seu reinado de terror, mas há nela mais do que o dever com a missão. Cicatrizes que nunca se dissiparam, lembranças das atrocidades cometidas por seu pai a ela e às pessoas que ela ousou amar. Sybella é uma das personagens mais poderosas dentro da história e, consequentemente, uma das mais quebradas.

Em vez de transformar chumbo em ouro, transformava meu medo em coragem.


O fato de ela nunca ter conhecido do amor, nunca tê-lo sentido e de ter desistido de procurar por ele regem sua personalidade. Sybella é fria e dura como o gelo, cheia de rachaduras pelo passado sombrio. Ela acredita que um futuro sem D'Albret no mundo pode lhe trazer a tão esperada e ansiada paz, mas os caminhos para esse futuro são difíceis de encontrar. Mesmo a madre superiora, sua mandante, não é de extrema confiança, e por muito tempo Sybella se viu sozinha.

- Meu deus me permite salvar inocentes. - disse ele. - O seu não?

A partir do momento em que ela abandona suas ordens e foge com o prisioneiro de guerra, toda a história muda de curso. Sybella encontra a sua voz, seus passos e sua determinação. Ela se encontra como a filha de St. Mortain, não como a assassina que só obedece ordens. As mortes que caem sobre suas mãos são responsabilidade e escolha sua, e é isso que mais a empodera. Sybella precisa se encontrar como um coração e uma alma e não apenas como sua própria sombra.


É ai que entra a Fera. O lorde aprisionado por D'Albret é um dos homens da duquesa, um de seus seguidores mais fieis, e onde Sybella é escuridão, ele é luz. Apesar do tamanho e das histórias sobre sua ferocidade, suas habilidades em batalha e a força descomunal, Fera tem um coração de ouro e uma sensibilidade adorável. Ele é um homem poderoso e um aliado indispensável para os planos de Sybella e, com um tempo, parte do coração adormecido da assassina desperta graças ao lorde.

Era como se eu houvesse engolido um pedaço minúsculo do sol, seu calor e sua luz tocando cada canto da minha alma e expulsando as sombras.

As interações entre os dois tiveram tudo que eu mais adoro em casais. Desentendimentos por causa das personalidades fortes, então compreensão e apoio amigável para chegar até o ansiado amor. Em vários momentos me vi rolando pelo chão fazendo sons de baleia morrendo afogada na praia graças a esses dois!


Duval e Ismae e outros personagens conhecidos no primeiro livro retornam para construir a trama política ao redor da duquesa. Com a ameaça francesa e os riscos impostos por D'Albret, alianças precisam ser formadas, e o time responsável por proteger a governante também é o responsável por aconselhá-la no seu papel de líder.

Até coisas luminosas projetavam sombras.


- Joias podem ser substituídas, primo. A independência, depois de perdida, não.

Divina Vingança tem tudo de melhor em ficções históricas: uma protagonista poderosa, um casal impactante e o background sobre guerra política. Se isso não é suficiente para te atrair, eu te digo mais uma coisa: a mitologia dessa série é absurda de tão boa. Os Deuses, os santos que comandam a sociedade, são críveis e as lendas residindo sobre eles são maravilhosas - ou seriam histórias verdadeiras?

Título original: Dark Triumph
Autora: Robin LaFevers
Editora: Plataforma 21
Gênero: Ficção Histórica / Romance
Nota: 5

Saiba Mais: Skoob | Saraiva
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Para a primeira semana da Maratona Literária, meu livro de Romance Policial foi Eu Vejo Kate, da nossa rainha e salvadora Cláudia Sobreira Lemes. Esse é o tipo de livro que você devora e fica caída no chão porque foi tão devastador e incrível e bem escrito e você não sabe reagir a ele, só sentir.

Como a Bianca já fez resenha pra ele na época de lançamento, resolvi trazer minhas quotes favoritas para apresentar um pouco da obra e da narrativa fascinante da Cláudia sem revelar demais.


"Eu a observo e começo a me perguntar por que é tão imperativo que eu fique aqui, que a estude. Sinto-me atraído por Kate, algo como um fascínio pela sua alma tão comum e bela."

"Desde que comecei a escrever este livro é como se houvesse uma sombra em volta de mim, envolvendo-me, puxando-me para algum tipo de lugar escuro e úmido, onde tudo é terrivelmente real, sem sonhos, privado de amor ou esperança."


"Será que eles sabem, as pessoas que vivem lá? Será que sabem que é onde um assassino em série foi criado? Será que eles se importam? Será que eles sentem?"

"Sabemos que o mundo nos fez quem somos, e é por isso que trabalhamos tanto para nos vingarmos dele."