Controle Remoto: Piloto de Witches of East End



A fall season começou e, com ela, a (re)estreia de muitas sérias. A maioria das minhas queridinhas - Grey's Anatomy, Glee, Criminal Minds, Once Upon a Time, 2 Broke Girls... - já voltaram, e algumas novas e maravilhosas já estreiam trazendo mais alegria para a minha vida, como Marvel's Agents of Shield, Sleepy Hollow e The Originals. Outro feliz caso foi o de Witches of East End. Eu não tinha qualquer interesse em assistí-la, para ser bem sincera, mas ai a Natália apareceu falando como era boa e tudo o mais, e lá fui eu, né.




A série é derivada da série de livros da Melissa de la Cruz intitulado A Família Beauchamp, que já tem 4 livros lançados lá fora - e dois aqui no Brasil, pela Editora ID. Lembro que um tempo atrás eu havia entrado no site da editora e gostado bastante da história, por isso - e pelo surto da Natália - eu resolvi assistir e dar uma chance.

A história conta a vida de três feiticeiras imortais que são proibidas de usar magia devido ao envolvimento da família nos julgamentos de Salém. Joanna (Julia Ormond) é a mãe e conta com o dom de ressucitar os mortos, Ingrid (Rachel Boston) é a filha mais velha e pode ver o futuro e a filha mais nova, Freya (Jenna Dewan-Tatum) é a especialistas em poções e feitiços. Elas levam uma vida serena na cidade de East Haven, em Long Island. No entanto, Joanna esconde um terrível segredo: Freya e Ingrid pertencem a última geração de uma família de bruxas poderosas e imortais.


A série é do canal Lifetime (que foi o responsável pela minha queridinha Army Wives e fez 6 excelentes temporadas baseadas em um único livro) e teve sua estreia no dia 6 de outubro. Ela já conta com 10 episódios gravados e eu acredito que sua primeira temporada não vá muito além deles. Eu gosto bastante da Lifetime, mas ela é meio inconstante em seus números de episódios por temporadas, eles podem variar de 10 a 20, mas suas estreias costumam ficar entre 10 e 13 episódios. Em fim.

Eu não tinha qualquer expectativa para a série, já que assisti-la foi um impulso mesmo, então eu não tinha ideia do que estava por vir ou de como ela poderia ser desenvolvida. O que, eu acredito, só serviu para fazer do piloto uma experiência bastante positiva para mim.

Ela trouxe um "quê" de Charmed, na minha opinião, embora eu não tenha assistido a série de maneira concisa (via apenas alguns episódios espaçados quando passava na TV), ela me lembrou um pouco do humor e do drama das irmãs Halliwell, e eu gostei bastante disso. Os conflitos foram apresentados logo no início e, sim, foi um clichê, mas digo isso de uma maneira bastante otimista. Não acredito que clichê seja necessariamente algo negativo, quando bem feito ele é muito aceitável. E, como eu já falei antes aqui no blog, o mundo é cheio de clichê, é meio difícil encontrar algo que não o seja nos dias de hoje.

As meninas não sabem que tem poderes mágicos e, embora Freya desconfie, Ingrid é completamente cética. A personalidade das irmãs também é bastante característica. Freya é a inconsequente, impulsiva e apaixonada; e Ingrid é a séria, retraída e cética. Enquanto a mãe já vive por 400 anos, as meninas continuam a renascer e viver diversas vidas, em cada uma delas mais diferente do que a outra. 



No primeiro episódio já somos apresentadas a um conflito que pode se estender por metade da temporada, se não a ela inteira, e deixa aquele ar de "o que está acontecendo" que te faz querer ver mais, já que não explica exatamente tudo que precisamos saber sobre as Beauchamp como gostaríamos.

Também podemos ter um gostinho de alguns personagens secundários como Adam (Jason Winston George, o Ben de Grey's Anatomy!) o interesse amoroso de Ingrid, e seus dois colegas de trabalho (que pareceram prometer alguns risadas) Barb e Hudson; a irmã de Joanna, Wendy, que também é uma bruxa "imortal" e amaldiçoada como o resto de sua família (a imortalidade dela é um pouco relativa, se é que você me entende); Dash Gardiner, o noivo humano de Freya e seu irmão (e o meu preferido até o momento) Killian, o cara misterioso que anda visitando os sonhos de Freya - sonhos que são uma manifestação de sua magia.



Não foi um inicio assustadoramente estonteante, mas serviu como uma boa distração e estou interessada em continuar assistindo. Recomendo para quem é fã de Charmed e gosta de uma boa série sobrenatural, já que algumas que misturam o romance, drama e sobrenatural, tem deixado a desejar ultimamente (sim, TVD, eu estou olhando para você).

E ai, já assistiu? O que achou? Conta pra gente ai nos comentários! :)


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COMENTÁRIOS

2 comentários:

  1. Oi Bianca!

    Assisti o Pilot e gostei muito, sinto saudades de seriados com o tema relacionado a bruxaria e essa série veio a calhar -q

    Beijos,
    Nathália
    www.livroterapias.com

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  2. Sim, bate aquela saudadezinha, né? :P
    Obrigada pelo comentário!

    xoxo
    Bianca

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