Controle Remoto: SEAL Team - Queria Estar Lendo

Controle Remoto: SEAL Team

Controle Remoto: SEAL Team

Agora que a primeira temporada já terminou e a segunda está confirmada, posso passar as minhas impressões sobre SEAL Team, a nova série do David Boreanaz, nosso eterno agente Booth - e vampiro Angel.

A série acompanha a os operantes da equipe bravo, dos SEAL - o time de elite da marina norte americana, liderados por Jason Hayes (personagem de David Boreanaz). A série segue as vidas pessoais dos operantes e dos oficiais que lidam diretamente com eles, além de acompanhar seus treinamentos e perigosas missões.

A primeira temporada teve 22 episódios, e a primeira parte da temporada se concentrou no retorno desses operantes para casa, após perderem um de seus colegas. A perda é especialmente dificil para Jason, que além de líder da equipe, era seu melhor amigo, e agora precisa lidar com segredos deixados para trás.

Já a segunda parte da temporada (o pós-mid season) foca no momento em que a equipe é enviada para um novo turno no Afeganistão, e suas buscas pela verdade sobre o ataque a uma das outras equipes SEAL.

Controle Remoto: SEAL Team

Confesso que tenho uma queda bem grandinha por séries militares desde que conheci Army Wives, há uns dez anos. Mas é sempre muito difícil encontrar séries do tipo que não sigam uma linha política conservadora ou que evitem se transformarem em uma plataforma de propaganda para a hegemonia norte americana (estou olhando para você, The Last Ship!).

Sem contar que, na maioria das vezes, séries militares tem pouquíssimas personagens femininas de valor.

E foi por isso que eu esperei até terminar a primeira temporada da série para falar qualquer coisa, porque eu queria ter certeza de que tinha encontrado uma das boas. E parece que foi isso mesmo - a não ser que eu me decepcione a partir da segunda temporada.

A série tem um foco bem grande na vida pessoal dos soldados, no custo pessoal de fazer parte da guerra, no que eles acreditam estar fazendo lá e no por que de estarem indo. Também toca em detalhes como a corrupção, mesmo dentro do sistema militar.

Controle Remoto: SEAL Team

Diferentemente da maioria das séries que parece querer provar que os EUA são um deus ex-machina na guerra, SEAL Team se preocupa mais com as personagens, com os conflitos internos, e foi algo que me agradou bastante.

A relação protagonista principal é entre Jason Hayes, o líder da equipe bravo, que carrega uma bagagem de anos na marinha, e o novato Clay Spencer, o filho de um antigo operante que escreveu um livro expondo os SEAL e é bastante mal visto dentro da coorporação. Por serem bastante parecidos, e também por ter perdido o melhor amigo, uma posição que deve ser preenchida por Clay, Jason e o novato batem bastante de frente, mas acabam desenvolvendo, entre trancos e barrancos, uma relação de mentoria.

Além dos dois, a equipe Bravo também conta com Ray, o braço direito de Jason, normalmente a voz da razão, e Sonny; o "músculo" da equipe, com gênio forte e extremamente leal aos amigos.

Controle Remoto: SEAL Team

A série também abre espaço para as mulheres. Além das esposas de Ray e Jason, temos Stella, uma universitária bastante questionadora que acaba se envolvendo com Clay, apesar de terem opiniões bastante diferentes, e também Mandy Ellis, a agente da CIA responsável pela inteligência, pelas missões e interrogatórios da bravo, e a tenente Davis, que faz o apoio da equipe e está sempre pronta para ajudar - mesmo quando as investigações levam para lados passíveis de punição na corte marcial.

SEAL Team cai bem longe no meu espectro de "séries que eu veria sem nem saber do que se trata", mas foi uma surpresa muito grata e acho que pode surpreender mesmo quem não curte muito o tema de séries militares.

Controle Remoto: SEAL Team

E além de tudo isso, as personagens são cativantes e eu me apeguei bem fácil a todas. Tive vários momentos de chorar e de rir e de rolar com ship - com aqueles que não se concretizaram e aqueles que tiveram uma cena MARAVILHOSA DO MEU CORAÇÃOZINHO no fim do último episódio.

Foi realmente uma surpresa muito agradável, uma que eu não esperava totalmente depois de me decepcionar com The Last Ship e do sentimento ambíguo que The Brave deixou, mas estou muito feliz com o resultado. E espero que só melhore, que a segunda temporada seja tão boa quanto a primeira.

E vocês? Já conheciam a série? Já tiveram a oportunidade de assistir?

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COMENTÁRIOS

5 comentários:

  1. Oi Bianca!
    Ainda não conhecia a série, mas se tem o David Boreanaz quero ver, sou apaixonada por ele desde Buffy.

    Beijos,
    Sora | Meu Jardim de Livros

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  2. Oii Bibs

    Eu não curto séries militares, mas pelo visto essa é daquelas que encanta até quem não é exatamente fã do gênero. Boreanaz é ótimo, já gostava dele desde Buffy e acho que com o tempo ele conseguiu ficar ainda melhor como ator.

    Beijos

    www.derepentenoultimolivro.com

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  3. Oi Bibs, tudo bem?

    Não conhecia a série e confesso que geralmente não assisto, gosto de algo mais investigativo sabe, mas fiquei curiosa porque tu falou tão bem e pode ser que eu saia de minha zona de conforto. Um xero!

    https://minhasescriturasdih.blogspot.com/

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  4. Oi, Bibs!
    Eu comecei a ver essa série, mas esperei sair logo tudo para maratonar.
    Entendo bem sobre ser viciada em série militares. Eu mesma fiquei super feliz quando renovaram SWAT <3
    Beijos
    Balaio de Babados

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  5. Oi, Bibs!
    Sabe que eu sempre fico esperando suas dicas de séries, né? Porque eu sempre assisto e adoro todas hahahahaha Eu adoro séries militares e só de ver o David ali, já me deu vontade de assistir!
    Eu sou apaixonada nele e agora quero vê-lo todo militar <3 hahaha
    Beijinhos,

    Galáxia dos Desejos

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