Todo mundo tem medo de adaptações, certo? Especialmente dos seus livros favoritos. Ultimamente eu tenho me desapegado mais do desespero e só rezado para que as adaptações se mantenham fieis à essência dos personagens - Shadowhunters sendo o maior exemplo de uma adaptação diferente do original e que eu amo (muitas vezes) mais do que o original - e o resto que vier é lucro. Pensando nisso, fiz uma lista das séries literárias e livros favoritos que eu mais queria ver ganhando vida nas televisões.
E de bônus a gente ganha um spin-off de Six of Crows, que tal? Eu acho sucesso. A Trilogia Grisha pode não agradar todo mundo, mas tem uma trama absurda de boa e quem negar esse fato tá errado, não me importo com a opinião. A mitologia criada pela Bardugo tem um background impressionante e todo o cenário da série é baseado na Rússia czarista. Só de pensar no trabalho de figurino pra criar as vestimentas dos Grishas eu já começo a chorar de emoção!
Uma Loucura Discreta (Minissérie).
Uma Loucura Discreta (Minissérie).
Alô, BBC? A senhora adora uma minissérie, tá aqui um exemplo do que daria muito certo. Uma Loucura Discreta me surpreendeu; tem uma história bem trabalhada, reviravoltas espetaculares e uma protagonista muito real e incrível. Já vejo Sam Riley no papel do doutor Thornhollow desde que li, agora é só chamar ele pro cast.
A série da Bárbara Morais tem uma trama muito fodástica e que renderia uma adaptação espetacular, com a pegada de X-Men que gruda no público com facilidade. É uma história bem construída, cheia de personagens cativantes, muita representatividade e muitas críticas sociais bem colocadas dentro da narrativa. Seria meu sonho!
Vocês já estão carecas de saber que eu venero esses 3 livros com todas as forças da minha alma. E morreria se pudesse ver todas as tramas políticas, as traições e o universo rico da Marie ganhando vida em uma série - e acho que o formato de série caberia bem, mesmo. Talvez produzida pela Starz no melhor estilo Outlander, com aquela fidelidade que agrada, com mudanças que cabem ao roteiro, com um desenvolvimento lento para dar tempo aos personagens.
Feita de Fumaça e Osso.
Imagine esse universo maravilhoso adaptado pelas mãos de Guillermo del Toro. Seria meu maior sonho de princesa e eu rezo para os deuses fazerem acontecer. A história da Laini Taylor é única, usa uma mitologia bem criativa e, digamos, sinistra e super caberia em uma série ou mesmo em uma trilogia cinematográfica. Eu morro pra ver o Del Toro dando vida ao Brinstone!
Feita de Fumaça e Osso.
Imagine esse universo maravilhoso adaptado pelas mãos de Guillermo del Toro. Seria meu maior sonho de princesa e eu rezo para os deuses fazerem acontecer. A história da Laini Taylor é única, usa uma mitologia bem criativa e, digamos, sinistra e super caberia em uma série ou mesmo em uma trilogia cinematográfica. Eu morro pra ver o Del Toro dando vida ao Brinstone!
Merrmão, ia ser de cair o queixo. Se tem uma coisa que a Cláudia sabe fazer é escrever uma história bem amarrada, com momentos chocantes e personagens verossímeis à trama. Eu já tô jogando dinheiro na tela só de imaginar como seria uma adaptação com o Nathan de fundo acompanhando toda a treta, narração meio abafada dos pensamentos dele, AHH quero.
Apesar da opinião de um monte de gente, eu adorei o filme. Adorei o elenco, o roteiro, o humor, até as tosquices. Mas acho que Vampire Academy funcionaria muito melhor no formato de série, do mesmo jeito que Os Garotos Corvos com certeza vai funcionar. Tem uma história extensa, muitos personagens e seis filmes não valeriam a pena, não quando adaptação pra TV tá muito mais em alta - e dá mais tempo de tela pra desenvolver as histórias. Só queria que o elenco original voltasse; ô coisa preciosa aquele cast!
Qual série de livros vocês gostariam de ver ganhando vida nas telas? Ou também têm medo de medo de ver os favoritos serem adaptados?
Antes de começar a resenha de A Ilha dos Dissidentes, preciso dizer que estava
desesperada para ler este livro fazia um bom tempo! Devorei o livro em poucos
dias e fui agraciada com uma leitura fantástica, rápida e bem estruturada.
Sinopse: Ser levada para uma cidade especial não estava nos planos de Sybil. Tudo o que ela mais queria era sair de Kali, zona paupérrima da guerra entre a União e o Império do Sol, e não precisar entrar para o exército. Mas ela nunca imaginou que pudesse ser um dos anômalos, um grupo especial de pessoas com mutações genéticas que os fazia ter habilidades sobre-humanas inacreditáveis. Como única sobrevivente de um naufrágio, ela agora irá se juntar a uma família adotiva na maior cidade de mutantes do continente e precisará se adaptar a uma nova realidade. E logo aprenderá que ser diferente pode ser ainda mais difícil que viver em um mundo em guerra.
Durante a Bienal do Livro de SP, determinada, fui até a
Gutenberg e não só comprei o volume um, como aproveitei para comprar A Ameaça
Invisível, livro 2 da trilogia. E GENTE, QUE BOM QUE EU FIZ ISSO, porque ô
finalzinho sem vergonha o desse primeiro livro! Preciso ler algo calmante
agora, porque A Ilha dos Dissidentes me deu uns probleminhas
cardíacos.
Sob o ponto de vista de Sybil Varuna, a protagonista da
obra, somos apresentados ao universo distópico criado pela Bárbara. Esse mundo
tem seus pontos desagradáveis (como a guerra entre a União e o Império, que
ocorre há muito tempo) e pontos agradáveis (como as cidades anômalas, onde os
mutantes daquele continente convivem em paz, longe dos humanos - cada um tem o
seu espaço em sua determinada cidade e eles estão bem com isso).
Sybil é única
sobrevivente de um horrível naufrágio - isso acontece devido aos seus poderes
recém-descobertos - e, depois de resgatada, tem a chance de viver uma vida
melhor numa das cidades anômalas. Como nada são flores, no entanto, e pouca
felicidade já tá bom demais, eis que Sybil é escolhida para uma importante
missão; só que, para cumpri-la, ela e seus amigos vão precisar se infiltrar na
ilha dos dissidentes...
A narrativa de Bárbara é bem rápida e sucinta, mas não
menos interessante por causa disso. É um livro que te prende do começo ao fim,
com personagens carismáticos, de personalidades bem construídas, e com uma
protagonista (graças aos céus) muito legal! Eu morro de medo de ler livros em
primeira pessoa, porque ou a personagem é muito incrivelmente apaixonável ou
ela é um pé no saco. Nunca encontrei uma exceção!
O universo criado pela autora, também, é muito bem
explicado. A guerra, os anômalos, a separação das cidades e dos moradores dela,
tudo isso faz sentido conforme Sybil nos conta os porquês.
Eu senti um pouco de
falta de flashbacks sobre os períodos da Sybil na zona de guerra, até porque
ela deve ter passado por momentos muito trashs enquanto vivia lá Kali, mas
gostei de ver isso como o fato de a protagonista ter começado uma vida nova,
então ficar pensando não só no naufrágio, como naqueles que deixou para trás,
atrapalharia essa nova vida. Dado o final deste livro, acho que o segundo
volume vai carregar mais tensão e dor e desespero E FAZ PARAR, EU GOSTO DA
FELICIDADE.
Antes que Andrei possa me impedir, estou engatinhando em direção à última grade pela qual passamos e a desparafusando.Então, estou fora.Então, estou no inferno.
Por falar em felicidade, adorei os anômalos! Adorei,
principalmente, a realidade deles. Não sei se vocês sabem, mas sou uma fã
fanática de X-Men, então os feelings que A Ilha dos Dissidentes me
deu a respeito dos mutantes foram lindos. A realidade vivida pelos Anômalos, a opressão e o terror e o preconceito que regem a sociedade em que vivem é perturbadora, e não é muito diferente da maneira com que algumas pessoas tratam quem difere da aclamada "normalidade".
O poder da Sybil foi uma grata surpresa. Não posso comentar a respeito da cena porque é muito spoiler, mas gente, que menina foda! Quero muito que ela trabalhe essa habilidade no segundo livro, porque ela pode dominar o mundo com ela se quiser.
O poder da Sybil foi uma grata surpresa. Não posso comentar a respeito da cena porque é muito spoiler, mas gente, que menina foda! Quero muito que ela trabalhe essa habilidade no segundo livro, porque ela pode dominar o mundo com ela se quiser.
Grande parte da movimentação em territórios pacificados se dá por transportes subterrâneos, a pé ou bicicleta. Para nós, acostumados com a guerra, é uma atitude idiota. E se o conflito os alcançasse, o que fariam? Demoliriam os prédios para criar passagem. Mas enquanto passo pela segurança para pegar o metrô em direção a cidade das aberrações, fica claro para mim que a guerra nunca chegará aqui. Aquelas pessoas não têm noção alguma dos horrores de uma batalha.
Os outros anômalos eram uns lindos. Me apaixonei pela Ava
e pelo contraste do seu poder de força com a sua personalidade doce e adorável.
Amo forte o Leon e o Dimitri (AMO MAIS FORTE AINDA POR CAUSA DO NOME, PORQUE
BELIKOV FEELINGS) e temo profundamente o Fenrir. Olha o nome da criatura! É
claro que ele não é coisa boa! Apenas prevejo tretas malignas se aproximando e
envolvendo esse cara, oremos.
Por fim, vou falar do tchuchuco do Andrei e da relação construída entre ele e a Sybil. MEU SHIP, GENTE, ELE É TÃO LINDO! É UM SHIP TÃO LINDO E FOFO E ADORÁVEL!
Os dois ficam muito amigos por causa das aulas de
natação, onde trabalham seus poderes, e também pela convivência fora da
piscina. No começo, achei que ia ser aquele tipo de relação cão e gato, de
implicância e tal (que eu adoro, aliás), mas mostrou-se uma surpresa lindinha
quando eles se tornaram tão amigos.
E é tão fofo ler a Sybil se
apaixonando por ele sem perceber, com todas aquelas sensações de borboletas no
estômago. MAS CLARO QUE ELES TÃO CHEIOS DE PROBLEMAS E AULAS E NÃO SE AMAM,
PORQUE SHIP CANON NÃO EXISTE NA MINHA VIDA!
Tô calma.
Preciso desesperadamente do livro 2. Preciso
saber quais serão as consequências da escolha da Sybil. Estou morta de medo do
que o final me reserva, porque não vou ter o livro 3 em mãos pra saciar a
taquicardia. Por estes motivos estou acabando minha resenha por aqui. Estou
partindo para a minha leitura desesperada. Logo trago meus comentários sobre
este segundo volume aqui no blog!
Título: Trilogia Anômalos, vol. 1 - A Ilha dos
Dissidentes
Autora: Bárbara Morais
Editora: Gutenberg
Nota: 4,5
Confira a resenha de
A Ameaça Invisível, segundo volume da trilogia.
Vi essa tag lá no Who's Thanny e achei TÃÃÃO legal que precisei trazer pra cá, pra todas nós respondermos! Não fomos marcadas nem nada, então sintam-se a vontade para fazer
Todo livro tem sua narrativa específica. Algumas são agradáveis, outras nem tanto. Algumas nos divertem e outras nos fazem chorar; e tem aquelas que são tão maravilhosas e impactantes que ficam com a gente pra sempre. Pensando nisso, o post de hoje é pra falar um pouquinho sobre as minhas narrativas favoritas.
Eu vivo um constante estado de pegar um livro, me apaixonar muito pela história e dizer logo em seguida "socorro, meu novo favorito!". Mas a real é que a maioria acaba por se tornar só muito querido quando me lembro a respeito; pra virar favorito mesmo, mesmo, tem que ser aquele tipo de história que me consome e me deixa rolando pelo chão onde só consigo pensar "como eu queria ter escrito isso!".
O Senhor dos Anéis é um primeiro grande exemplo disso. Não só o universo e os personagens têm meu amor eterno, mas a narrativa de J.R.R. Tolkien é uma das coisas que mais me inspira e pelas quais eu me apaixonei tão profundamente desde a primeira vez que li.
Os Garotos Corvos com a narrativa poética e bizarra da Maggie Stiefvater mexeu tanto comigo que eu fiz uma tatuagem em homenagem à série e ao que a leitura significou pra mim; o que a narrativa daquela mulher fez com as minhas emoções não dá pra explicar em palavras, curiosamente. Não só nessa série, mas em outros títulos dela - A Corrida do Escorpião e All the Crooked Saints.
Laini Taylor e seu peculiar Feita de Fumaça e Osso me arrebatou lá em 2014 e tem minha eterna devoção até hoje. Ela segue a mesma linha da Maggie na coisa do poético/bizarro e talvez por isso eu ame tanto. É um tipo de maneira de contar histórias que ninguém conseguiria imitar. As palavras ganham vida e cor e melodia na narrativa da Laini e eu só sabia gritar internamente porque queria viver dentro daquele estilo de contar histórias.
Victoria Schwab chegou de repente na minha vida e eu falo com tranquilidade que já tem seu lugar guardado em meu coração para todo o sempre; não apenas com Um Tom mais Escuro de Magia, mas também com A Melodia Feroz e, acredito, com tantos outros títulos que ainda pretendo ler. Suas narrativas são mais velozes, mais carregadas em adrenalina, são impactantes do início ao fim. Seus personagens são cinzentos, cheios de emoção, e ela sabe escrever dor e agonia da maneira mais apaixonante possível.
J.K. Rowling pode estar no patamar dos vacilões no momento, mas é fato que Harry Potter me moldou. Fez de mim a pessoa que sou hoje - não apenas a leitora ou a escritora, mas a pessoa, por completo. Eu cresci com Harry, Hermione e Rony, aprendi muito sobre amor e amizade e família lendo suas histórias; a narrativa de Harry Potter é do tipo que dá vida a um mundo que se tornou meu segundo lar.
Emma Mills conta histórias sobre a juventude. Sobre garotos e garotas enfrentando problemas do cotidiano; não tem nada de mágico em suas tramas, e talvez por isso seja tão mágico. É absurdo o quanto ela consegue passar num diálogo simples, quanta emoção suas piadas e descrições contém. Eu descobri seus livros sem querer e hoje não consigo viver sem!
Bárbara Morais escreveu sobre jovens com poderes peculiares. Uma sociedade inteira dividida por medo e pela opressão e a luta por liberdade e direitos iguais; a narrativa dela também é jovial, cheia de ação e de questionamentos, e eu não falo o bastante sobre o quanto A Trilogia Anômalos foi uma leitura impressionante pra mim - e o quanto eu guardo essa série no meu coração.
A Bianca da Silva vocês já conhecem um pouco - ela está aqui no blog o tempo todo e sempre divide um pouquinho do seu jeito de contar histórias através dos textos. Em Estrelas Perdidas, no entanto, eu reencontrei a autora que acabou por se tornar uma das minhas melhores amigas. Conheci a Bibs através das fanfics e se tem uma coisa que a narrativa dessa mulher faz é impactar o meu emocional do começo ao fim - seja com sorrisos ou com lágrimas.
Jandy Nelson me mostrou tristeza e alegria em Eu te darei o Sol e em O Céu está em Todo Lugar. Suas histórias são quase parte de mim, porque seu jeito de contá-las me deu a mão e me levou para conhecer seus personagens, suas perdas e conquistas, seus sonhos e maiores medos. Como todas as melhores histórias fazem.
Angie Thomas e sua história chocante e tão real retratando a vida de jovens negros em O Ódio que Você Semeia, se tornando um Nome que vai ser lembrado por muito tempo justamente por apontar o dedo para as problemáticas do mundo e lutar contra elas; esse livro tem uma das histórias mais perturbadoras e uma das discussões mais essenciais da atualidade.
Jorge Castro me fez chorar e me fez rir e me fez acreditar em mim mesma com sua narrativa. No Meu Lugar fala muito sobre pertencer, sobre se encontrar e se aceitar e sobre acreditar que você merece estar aqui, que merece coisas boas, que merece sorrir o tempo todo porque o mundo pode ser cruel, mas você vai encontrar forças para rebater.
Cláudia Lemes me aterrorizou e me manteve presa ao sofá enquanto seus livros falavam sobre crimes, sobre perseguições, sobre a crueldade humana nas suas mais diferentes formas. Eu Vejo Kate, Eu Vejo Nathan, Eu Vejo um Martíni com o Diabo e um Inferno no Ártico e tantas outras histórias que essa mulher impressionante ainda vai dividir com o mundo.
Por fim, cito Marissa Meyer por me transportar aos contos de fadas em meio a futuros carregados de ciência e tecnologia com tanta vivacidade e com tantos personagens carismáticos, por me mostrar o País das Maravilhas antes que sua rainha desconhecesse a piedade, por falar sobre heróis e opressão e por comentar sobre como nem tudo é preto no branco.
Tem tantos, mas tantos outros autores e autoras que eu gostaria de colocar aqui, mas sinto que esse post já ficou gigante demais e eu já surtei demais - a verdade é que todas as histórias ganham um pedacinho do nosso coração, mas tem algumas que a gente precisa exaltar pra explicar como isso foi significante.
E você, quais suas narrativas favoritas?
O Senhor dos Anéis é um primeiro grande exemplo disso. Não só o universo e os personagens têm meu amor eterno, mas a narrativa de J.R.R. Tolkien é uma das coisas que mais me inspira e pelas quais eu me apaixonei tão profundamente desde a primeira vez que li.
Os Garotos Corvos com a narrativa poética e bizarra da Maggie Stiefvater mexeu tanto comigo que eu fiz uma tatuagem em homenagem à série e ao que a leitura significou pra mim; o que a narrativa daquela mulher fez com as minhas emoções não dá pra explicar em palavras, curiosamente. Não só nessa série, mas em outros títulos dela - A Corrida do Escorpião e All the Crooked Saints.
Laini Taylor e seu peculiar Feita de Fumaça e Osso me arrebatou lá em 2014 e tem minha eterna devoção até hoje. Ela segue a mesma linha da Maggie na coisa do poético/bizarro e talvez por isso eu ame tanto. É um tipo de maneira de contar histórias que ninguém conseguiria imitar. As palavras ganham vida e cor e melodia na narrativa da Laini e eu só sabia gritar internamente porque queria viver dentro daquele estilo de contar histórias.
Victoria Schwab chegou de repente na minha vida e eu falo com tranquilidade que já tem seu lugar guardado em meu coração para todo o sempre; não apenas com Um Tom mais Escuro de Magia, mas também com A Melodia Feroz e, acredito, com tantos outros títulos que ainda pretendo ler. Suas narrativas são mais velozes, mais carregadas em adrenalina, são impactantes do início ao fim. Seus personagens são cinzentos, cheios de emoção, e ela sabe escrever dor e agonia da maneira mais apaixonante possível.
J.K. Rowling pode estar no patamar dos vacilões no momento, mas é fato que Harry Potter me moldou. Fez de mim a pessoa que sou hoje - não apenas a leitora ou a escritora, mas a pessoa, por completo. Eu cresci com Harry, Hermione e Rony, aprendi muito sobre amor e amizade e família lendo suas histórias; a narrativa de Harry Potter é do tipo que dá vida a um mundo que se tornou meu segundo lar.
Emma Mills conta histórias sobre a juventude. Sobre garotos e garotas enfrentando problemas do cotidiano; não tem nada de mágico em suas tramas, e talvez por isso seja tão mágico. É absurdo o quanto ela consegue passar num diálogo simples, quanta emoção suas piadas e descrições contém. Eu descobri seus livros sem querer e hoje não consigo viver sem!
Bárbara Morais escreveu sobre jovens com poderes peculiares. Uma sociedade inteira dividida por medo e pela opressão e a luta por liberdade e direitos iguais; a narrativa dela também é jovial, cheia de ação e de questionamentos, e eu não falo o bastante sobre o quanto A Trilogia Anômalos foi uma leitura impressionante pra mim - e o quanto eu guardo essa série no meu coração.
A Bianca da Silva vocês já conhecem um pouco - ela está aqui no blog o tempo todo e sempre divide um pouquinho do seu jeito de contar histórias através dos textos. Em Estrelas Perdidas, no entanto, eu reencontrei a autora que acabou por se tornar uma das minhas melhores amigas. Conheci a Bibs através das fanfics e se tem uma coisa que a narrativa dessa mulher faz é impactar o meu emocional do começo ao fim - seja com sorrisos ou com lágrimas.
Jandy Nelson me mostrou tristeza e alegria em Eu te darei o Sol e em O Céu está em Todo Lugar. Suas histórias são quase parte de mim, porque seu jeito de contá-las me deu a mão e me levou para conhecer seus personagens, suas perdas e conquistas, seus sonhos e maiores medos. Como todas as melhores histórias fazem.
Angie Thomas e sua história chocante e tão real retratando a vida de jovens negros em O Ódio que Você Semeia, se tornando um Nome que vai ser lembrado por muito tempo justamente por apontar o dedo para as problemáticas do mundo e lutar contra elas; esse livro tem uma das histórias mais perturbadoras e uma das discussões mais essenciais da atualidade.
Jorge Castro me fez chorar e me fez rir e me fez acreditar em mim mesma com sua narrativa. No Meu Lugar fala muito sobre pertencer, sobre se encontrar e se aceitar e sobre acreditar que você merece estar aqui, que merece coisas boas, que merece sorrir o tempo todo porque o mundo pode ser cruel, mas você vai encontrar forças para rebater.
Cláudia Lemes me aterrorizou e me manteve presa ao sofá enquanto seus livros falavam sobre crimes, sobre perseguições, sobre a crueldade humana nas suas mais diferentes formas. Eu Vejo Kate, Eu Vejo Nathan, Eu Vejo um Martíni com o Diabo e um Inferno no Ártico e tantas outras histórias que essa mulher impressionante ainda vai dividir com o mundo.
Por fim, cito Marissa Meyer por me transportar aos contos de fadas em meio a futuros carregados de ciência e tecnologia com tanta vivacidade e com tantos personagens carismáticos, por me mostrar o País das Maravilhas antes que sua rainha desconhecesse a piedade, por falar sobre heróis e opressão e por comentar sobre como nem tudo é preto no branco.
Tem tantos, mas tantos outros autores e autoras que eu gostaria de colocar aqui, mas sinto que esse post já ficou gigante demais e eu já surtei demais - a verdade é que todas as histórias ganham um pedacinho do nosso coração, mas tem algumas que a gente precisa exaltar pra explicar como isso foi significante.
E você, quais suas narrativas favoritas?
Young Adult é um dos gêneros que mais está em alta no mercado nos últimos tempos, mas ainda tem gente que acha que esse gênero em questão não faz pensar, não traz questionamentos, não é alta literatura suficiente para os leitores. Aproveitando a discussão que foi trazida à tona por causa dessa treta, hoje a gente está aqui com uma lista de títulos Young Adult para indicar. Livros que fazem pensar, que emocionam, que questionam, que falam da vida e de tudo que acontece nela; livros que têm uma história para contar e por isso são importantes.
Porque tanto quanto a "alta literatura" -
Você pode pensar lendo qualquer livro. Você pode puxar filosofias sobre a vida analisando Crime e Castigo ou Harry Potter; então não venha com essa separação. Não coloque livros em altares e menospreze outros.
Dito isso, vamos para a nossa listinha:
1. A (R)Evolução das Mulheres (Mindy McGinnis) fala sobre a opressão de gênero, sobre a violência contra a mulher. Mostra uma protagonista assustada e furiosa pela submissão; uma garota que não aceita o terror pelo qual as mulheres passam e que quer responder isso na mesma moeda.
2. A Trilogia Anômalos (Bárbara Morais) deu voz a um grupo oprimido por
diferir da "normalidade", crianças e jovens que foram menosprezados pelo governo, separados das outras pessoas por não serem considerados normais. Mostrou sua jornada de ascensão na busca
por respeito e igualdade.
3. Proibido (Tabitha Suzuma) trata de abandono parental, incesto e negligência, e mesmo que você não concorde com as ações dos personagens (e que a situação tenha um tom um tanto quanto romantizado), é impossível não pensar sobre os questionamentos levantados pelos protagonistas no que diz respeito ao incesto, especialmente.
4. Fale! (Laurie Halse Anderson) aborda o bully, a depressão e a violência sexual de uma forma muito simbólica, crua e aberta (aos leitores). Desde seu lançamento original, em 1999, vem sendo usado como paradidático nas escolas e é uma excelente abertura para a discussão desses três temas (em especial a violência sexual e o silenciamento e vergonha).
5. Garotas de Vidro (Laurie Halse Anderson) é outro livro incrível da Laurie que trata de depressão e transtornos alimentares, que navega profundamente na mente de uma garota que convive com ambos e está em uma difícil luta para se libertar do que lhe faz tão mal.
6. Vivian Contra o Apocalipse (e Vivian Contra a América, Katie Coyle) é um retrato assustador e real de um país governado por medo, religião, preconceito e ignorância. Ele é tão próximo da realidade que não tem como ler ele e não relacionar tudo pelo qual Vivian passa com as situações que o nosso mundo está vivendo agora.
7. A Lista Negra (Jennifer Brown) tem uma protagonista que precisa lidar com a violência deixada para trás pelo namorado. A empatia é um sentimento muito gigante nesse livro, assim como o perdão e a validação dos seus sentimentos, independente de quais sejam.
8. Juntando os Pedaços (Jennifer Niven) tem uma história leve e ao mesmo tempo impactante, que nos faz refletir sobre tudo que colocamos no mundo, em especial o ódio gratuito a pessoa que são diferentes de nós. Uma lição sobre amar a si mesmo e realmente ser a mudança que você quer ver no mundo.
9. Dumplin' (Julie Murphy) é um grande hino a autoaceitação, amor próprio e relacionamento feminos (entre mãe e filha, melhores amigas, etc). Assim como o livro anterior, Dumplin' no pede para analisar nosso comportamento e enxergar além do nosso próprio umbigo.
10. Trono de Vidro (Sarah J. Maas) dá voz a uma protagonista feminina que viveu o pior do mundo e aprendeu a responder na mesma moeda; uma rainha destronada disposta a enfrentar a escuridão para trazer luz ao seu reino de cinzas.
11. Fangirl (Rainbow Rowell) conta a história de uma garota introspectiva que precisa enfrentar o mundo sozinha pela primeira vez; como ela usa o que é para seguir em frente, sem deixar seus traços e sua personalidade de lado.
12. I'll Meet you There (Heather Demetrios) mostra um soldado abalado pela guerra e uma garota abalada pelo abandono e como eles se encontraram em si mesmos e um no outro; como o amor próprio e recíproco os ajudou a se erguer e lutar pelo que eles queriam.
13. Ninguém nasce herói (Eric Novello) mostra um Brasil tomado pela tirania, que tirou os direitos de liberdade, de justiça e, principalmente, da diversidade. Dá voz a jovens questionadores que se recusam a baixar a cabeça, sobreviventes da opressão dispostos a lutar contra ela.
14. O ódio que você semeia (Angie Thomas) fala sobre racismo, tanto o intrínseco quanto o escancarado. Como é nocivo e mortífero. Mostra o poder do ódio entremeado entre as pessoas e como isso destrói presente e futuro.
15. No Meu Lugar (Jorge Castro) é a história de um garoto que quer entender seu lugar no mundo, um mundo que o condena por amar quem ama, por ser quem é. É um livro doce e melancólico com uma narrativa poderosa, que mostra os terrores da ansiedade, da depressão e do preconceito.
A verdade é que poderíamos nos estender por anos falando sobre Young Adult; sobre a relevância de cada título já publicado, internacional ou nacional. São obras que vão ficar para sempre na história, histórias que não serão esquecidas porque sempre foram relevantes e sempre serão. Você não precisa de um clássico para passar uma mensagem. Só precisa de um livro.
Vocês adoraram o primeiro post e nós também, então eis aqui a continuação dele! Vamos falar sobre mais algumas autoras nacionais para conhecer e amar.
Larissa Siriani
Cheia das opiniões maravilhosas, Larissa escreve de tudo um pouco (desde fantasia até romance); seu livro mais recente e mais falado é Amor Plus Size, que discute gordofobia e dá protagonismo a uma personagem gorda e maravilhosa. Siriani tem um canal no Youtube onde comenta sobre livros (os seus e os que lê) e está sempre presente nas redes sociais. Ah, e ela vai lançar um romance histórico em 2018 (romance histórico ambientado no Brasil, veja bem. Quero).
Encontre as obras dela aqui.
Encontre as obras dela aqui.
Lari Azevedo
Lari é blogueira (co-criadora do blog Burn Book), apoiadora assídua em divulgação de autores e autoras nacionais e, claro, autora também. Ela publicou dois livros interativos em parceria com o Guilherme Cepeda, também do Burn Book, "Minha Vida dava um Livro" e "Minha Vida dava uma Série" e um conto, Felicidade Invisível, que fala sobre suas futuras obras. Ela também participou de duas antologias com contos fofinhos e divertidos.
Encontre as obras dela aqui.
Encontre as obras dela aqui.
Denise Flaibam
É uma das administradoras aqui do Queria Estar Lendo! Bate muito na tecla da literatura nacional e participa de todo evento possível em prol dela. Seus livros têm personagens femininas com os mais variados tipos de força, e falam sobre todo tipo de aventura. Sua série mais conhecida é de Alta Fantasia - Os Mistérios de Warthia. Também escreveu um livro sobre a era de ouro da pirataria (Rubi de Sangue), uma história sobre o apocalipse zumbi (As Coisas que Perdemos) e uma comédia romântica fofa e cheia de alto astral (Mônica e Enzo e Todos os Dias).
Encontre as obras dela aqui.
É uma das administradoras aqui do Queria Estar Lendo! Bate muito na tecla da literatura nacional e participa de todo evento possível em prol dela. Seus livros têm personagens femininas com os mais variados tipos de força, e falam sobre todo tipo de aventura. Sua série mais conhecida é de Alta Fantasia - Os Mistérios de Warthia. Também escreveu um livro sobre a era de ouro da pirataria (Rubi de Sangue), uma história sobre o apocalipse zumbi (As Coisas que Perdemos) e uma comédia romântica fofa e cheia de alto astral (Mônica e Enzo e Todos os Dias).
Encontre as obras dela aqui.
Bárbara Morais
Autora da trilogia Anômalos, Bárbara é uma figura bem conhecida nas redes sociais. Dona de opiniões fortes e maravilhosas, ela está sempre divulgando e a apoiando a nossa literatura (participou inclusive do nosso II Hangout Fight Like a Girl). Os livros da Bárbara abordam temas importantes como a luta contra o preconceito, contra governos tiranos e contra ideologias que minimizam a diversidade.
Fabi Zambelli
Nosso Brasilzão tem muitas autoras maravilhosas de Fantasia, senhoras e senhores! A Fabi escreveu um mundo novo e imbuiu a história de personagens carismáticos; a protagonista cai de cabeça nesse universo mágico e se vê ligada a uma guerra entre dragões e outras criaturas místicas. Um livro sobre descobrimentos com muitos elementos fantásticos para quem adora esse gênero literário.
Encontre as obras dela aqui.
Nosso Brasilzão tem muitas autoras maravilhosas de Fantasia, senhoras e senhores! A Fabi escreveu um mundo novo e imbuiu a história de personagens carismáticos; a protagonista cai de cabeça nesse universo mágico e se vê ligada a uma guerra entre dragões e outras criaturas místicas. Um livro sobre descobrimentos com muitos elementos fantásticos para quem adora esse gênero literário.
Encontre as obras dela aqui.
Mais um post falando sobre as nossas autoras maravilhosas porque vocês gostaram muito do primeiro! E aí, conhecem as obras delas? Já leram?
Têm indicações para a gente? Comentem aqui embaixo!
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| Arte da maravilhosa Kaol Porfírio <3 |
Oi gente! Quem aí conseguiu acompanhar o Hangout maravilhoso que foi ao ar na noite de domingo? E quem não conseguiu? Independente de ter assistido ao vivo, depois ou de ainda não ter conseguido tempo para ver, viemos aqui falar para vocês um pouquinho sobre as indicações que rolaram no bate-papo com as autoras maravilhosas e as nossas moderadoras queridas!
Bianca e Eduarda moderaram a conversa com a Cláudia Sobreira Lemes, autora do adorado Eu Vejo Kate, e Bárbara Morais, criadora da incrível Trilogia Anômalos. O tema do Hangout, desta vez, foi a romantização da violência contra a mulher na literatura; como isso afeta os escritores e escritoras, leitores e leitoras e mesmo que tipo de mensagem essas ambientações errôneas da violência transmitem a quem está se aventurando na leitura de um livro.
O bate-papo foi tão bom que ultrapassou muito o tempo estipulado - mas quem liga, né? Cláudia e Bárbara responderam perguntas das pessoas que participaram através do evento no Facebook e as meninas aqui do blog levantaram questões muito pertinentes, participando da discussão. Não vou falar muito das perguntas e nem das respostas porque foram todas muito boas. Sério, encontre algum tempinho para assistir o Hangout, foi uma conversa maravilhosa! Já quero o próximo!
O bate-papo foi tão bom que ultrapassou muito o tempo estipulado - mas quem liga, né? Cláudia e Bárbara responderam perguntas das pessoas que participaram através do evento no Facebook e as meninas aqui do blog levantaram questões muito pertinentes, participando da discussão. Não vou falar muito das perguntas e nem das respostas porque foram todas muito boas. Sério, encontre algum tempinho para assistir o Hangout, foi uma conversa maravilhosa! Já quero o próximo!
Além das respostas, as autoras e moderadoras indicaram alguns livros que tratam desse tema da maneira correta, passando mensagens às vezes chocantes, às vezes animadoras, mas sempre verossímeis à realidade. Nada de romantização, temos a problematização do que deve ser discutido. Para ajudar vocês a conhecerem um pouquinho mais sobre as obras, segue a listinha das indicações!
Bianca: Lonely Hearts Club (Elizabeth Eulberg), What I Thought was True (Huntley Fitzpatrick), Easy (Tammara Webbe) e A Cidade do Sol (Khaled Hosseine).
Eduarda: A casa das 7 mulheres (minissérie de Adelaide do Amaral) e Anita Garibaldi - Heroína por Amor (Valentim Valente).
Bárbara Morais: Aoharaido (Io Sakisaka); Black Wolves (Kate Eliott) e
Gavião Arqueiro (Matt Fraction e do David Aja!ra).
Cláudia Sobreira Lemes: O Livro das Garotas Audaciosas (Andra Buchanan e
Mirian Peskowitz).
Indicações poderosas, em? Vale muito a pena conferir e ficar de olho, porque em breve teremos mais um Hangout Fight Like a Girl!
E para encerrar, no evento do facebook do Hangout, fizemos um sorteio do livro Sejamos Todos Feministas, da Chimamanda Ngozi Adichie. E a vencedora foi Carla Cardoso. Parabéns, Carla! Nós aqui amamos o livro e esperamos que você aprecie também!
Já a ganhadora do pôster Eu Vejo Kate + marcadores autografados sorteados pela Claudia Lemes, foi a Larissa Padovan!
Aguardamos o e-mail com os dados para envio no equipesomaisum@gmail.com. O livro deve ser enviado em até 45 dias após a confirmação do endereço.
Indicações poderosas, em? Vale muito a pena conferir e ficar de olho, porque em breve teremos mais um Hangout Fight Like a Girl!
E para encerrar, no evento do facebook do Hangout, fizemos um sorteio do livro Sejamos Todos Feministas, da Chimamanda Ngozi Adichie. E a vencedora foi Carla Cardoso. Parabéns, Carla! Nós aqui amamos o livro e esperamos que você aprecie também!
Já a ganhadora do pôster Eu Vejo Kate + marcadores autografados sorteados pela Claudia Lemes, foi a Larissa Padovan!
Aguardamos o e-mail com os dados para envio no equipesomaisum@gmail.com. O livro deve ser enviado em até 45 dias após a confirmação do endereço.
Todos sabem que dia 08 de março é o dia Internacional da Mulher. Mas ele não serve apenas para você ganhar flores e "parabéns por ser mulher". Dia 08 de março marca um dia para a visibilidade e para a luta pela igualdade de gênero. Então ao invés de vir aqui e parabenizar todas nós por sermos mulheres (desculpa, mas isso não faz muito sentido pra mim) o Queria Estar Lendo decidiu dedicar o mês inteiro de março a nossa menina dos olhos, nosso projeto Mês das Mulheres, voltado especialmente para as #MulheresdaLiteratura.
Nesse mês vamos falar apenas delas: mulheres. Personagens femininas que inspiram, filmes/séries/livros que trazem o universo feminino sem esteriótipos, que serve para empoderar! Vamos discutir o papel da mulher no mercado literário, vamos fazer textão sim! Sobre muitas coisas. E quem quiser acompanhar e se juntar a gente nessa, pode usar as hashtags #MêsdasMulheres e #MulheresnaLiteratura, marcar o blog ou mesmo avisar a gente se estiver com um projeto parecido (ou aderir ao nosso) que ficaremos mais do que felizes em ler e divulgar!
Para quem quiser participar conosco, o mês não é apenas para falarmos por aqui. Veja as atividades que preparamos e mais um projeto bem bacana para aderir o ano todo!
Uma foto publicada por Queria Estar Lendo (@queriaestarlendo) em
Sorteio
Não vamos só indicar livros bons, mas também vamos sortear! Então fiquem atentas, porque teremos mais de um sorteio de livros tanto no nosso blog como na página no facebook! Serão pelo menos 3 deles, não vai ficar de fora né?
Desafio Queria Estar Lendo Eu e as #MulheresdaLiteratura
Entre os dias 1 e 31 de março estará acontecendo o Desafio Eu e as #MulheresdaLiteratura, que consiste em indicar um livro por dia que siga os critérios da lista que publicamos aqui. Mas caso você preferir, pode publicar tudo de uma vez, por blocos ou como ficar melhor! O importante é participar, espalhar a hashtag por ai e indicar as mulheres maravilhosas da literatura nacional e internacional!
I Evento Eu e as #MulheresdaLiteratura (10 em 10)
Esse evento online juntou 10 autoras maravilhosas por 10 horas no dias 12 de março para brincadeiras e bate papo valendo diversos brindes! Para participar é só clicar aqui e confirmar a presença!
Vai ter hangout sim!
No dia 19/03 vai acontecer o segundo hangout fight like a girl. No ano passado aconteceu o primeiro, com a participação de 5 autores nacionais. Dessa vez o foco é a romantização da violência contra a mulher na literatura contemporânea, que tem se espalhado rapidamente, e vai contar com a presença da Claudia Sobreira Lemes (Eu Vejo Kate, editora Empíreo, 2015), Paula Febb (Metástase, 2015) e Bárbara Morais (Trilogia Anômalos, editora Gutenberg, 2013).
Aos participantes do evento que deixarem sua pergunta aqui, era sorteio de livro!
Projeto Leia Mulheres
Esse projeto já rola desde 2014, uma proposta da autora Joanna Walsh para ler-se mais mulheres (lançado com a hashtag #readwomen2014) e descobrimos só depois de começar a divulgar o mês das mulheres, mas achamos super válido! Consiste em ler mais mulheres e aumentar a visibilidade das autoras! Nós já estamos comprometidas. Saiba mais aqui.































